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Justiça do Trabalho investe em formação e eficiência institucional

Capacitação integra o 11º CFC de Administração Judiciária 2026

3/2/2026 - Construir uma conexão entre os diversos temas que interessam ao aspecto da administração judiciária e administrativa da Justiça do Trabalho. Com esse propósito, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), em parceria com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat), realiza o 11º Curso de Formação Continuada (CFC) sobre Administração Judiciária. O evento acontece nos dias 3 e 4 de fevereiro, no edifício sede do Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília.

Fortalecimento do diálogo

Na abertura, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do CSJT, ministro Vieira de Mello Filho, ressaltou a importância da formação voltada não apenas a desembargadores e desembargadoras, mas também a juízes e juízas auxiliares e servidores que atuam na área: “Essa iniciativa amplia a difusão do conhecimento sobre temas centrais da administração judiciária e qualifica nosso quadro funcional para uma atuação mais eficiente”.

Segundo o presidente, o espaço também contribui para o fortalecimento do diálogo e do aperfeiçoamento da justiça trabalhista. “Seguimos construindo uma Justiça do Trabalho forte, independente, eficiente e comprometida com a entrega de uma prestação jurisdicional que fortalece nossa atividade finalística de uma justiça social”, resume. 

Debate integrado

Para o diretor da Enamat, ministro Augusto César, o encontro se destaca como um espaço de reflexão voltado ao contínuo aperfeiçoamento do sistema de justiça. “Isso possibilita um debate colaborativo e integrado sobre estratégias e caminhos mais eficazes para uma gestão cada vez mais eficiente, transparente, e alinhada às legítimas expectativas da sociedade brasileira”, afirmou.

Aprimoramento contínuo

Já a desembargadora do TRT da 13ª Região (PB) e presidente do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor), Herminegilda Leite Machado, ressaltou que Justiça do Trabalho não pode ser mais compreendia como uma instituição estática, limitada ao modelo clássico da relação de emprego. Segundo ela, as transformações atuais exigem uma ampliação da atuação institucional. “A diversidade e a pluralidade que compõem a nossa sociedade exigem maior sensibilidade e aprimoramento contínuo da nossa estrutura organizacional para lidar com a complexidade dos conflitos contemporâneos”. 

Capilaridade

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (RO/AC), Ilson Alves Pequeno, comentou que a capacitação é importante para uma maior capilaridade nas bases. “O que está sendo discutido é o que precisa ser implementado nas administrações. É muito importante essa sintonia e essa preocupação do CSJT com essas diretrizes que são estratégicas dos próprios tribunais“, explica.

Conselhos

No painel “O Conselho Nacional de Justiça e os Conselhos Superiores e a Administração dos Tribunais”, o Secretário Geral do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), juiz Giovanni Olsson, mencionou que a previsão constitucional conferiu ao órgão amplas responsabilidades. "A nova lei atribuiu ao CSJT um papel de grandes poderes e de grandes responsabilidades, que somente serão plenamente exercidas com a parceria e a colaboração de cada um dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho.”, afirmou.

Conexão

Neste contexto, ele reforçou a necessidade de uma visão integrada da Justiça do Trabalho. “Não somos um conjunto de 24 ilhas, mas um grande arquipélago, em que essas ilhas se conectam por procedimentos similares e compartilham os mesmos valores, princípios e missão. Essas 24 ilhas são o ponto de acesso à prestação do serviço público de justiça, a nossa justiça social”, reforçou.

Vértices conjugados

A juíza federal do TRF da 1ª Região e Secretária-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Clara da Mota Santos Pimenta Alves, mencionou as inovações pelas quais o CNJ tem passado e ressaltou a contribuição do Poder Judiciário para o fortalecimento das instituições democráticas. Neste sentido, ela destaca a iniciativa da Justiça do Trabalho com a implementação do Observatório do Trabalho Decente. “O objetivo é a construção de uma política estruturada e institucionalizada que trate o trabalho decente no âmbito do sistema de justiça tendo o TST e o CNJ como vértices conjugados nessa atuação”.
 

Programação

Como parte da programação estão previstos painéis com abordagens sobre os seguintes temas:

  • Governança e Desempenho: Planejamento, Orçamento e Metas na Justiça do Trabalho;
  • Comunicação Social e Imagem Institucional do Poder Judiciário;
  • Tecnologia da Informação e seus Desafios para os Gestores;
  • O Novo Papel da Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho, entre outros.

Confira a programação na integra

(Andrea Magalhães/LA)

Rodapé de Responsabilidade - Enamat


Conteúdo de Responsabilidade da
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